SEL – Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação

Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação

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Palestra no SEL aborda criação de placas eletrônicas

Palestra no SEL aborda criação de placas eletrônicas Você já deve ter visto aquelas placas eletrônicas, muitas vezes pintadas de verde, que ficam dentro de aparelhos como o computador, por exemplo. Elas são chamadas de placas de circuito impresso e possuem duas funções básicas: uma é fixar os elementos colocados sobre elas e a outra é promover o contato entre os terminais desses componentes para a execução de uma tarefa. Mas, afinal, você sabe como são produzidas essas placas? Para descobrir, basta comparecer na próxima quarta-feira, dia 9 de maio, ao Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, onde uma palestra sobre o tema será realizada. O título da apresentação é “Prototipagem de Placas de Circuito Impresso”. No bate-papo, serão apresentadas aos participantes as etapas de criação dessas placas, as mudanças em sua elaboração ao longo dos anos, além das principais preocupações durante a realização de um projeto na área. A palestra, que faz parte da Semana da Integração da Engenharia Elétrica (SIEEL), será ministrada por Bruno Ferreira, gerente de negócios da empresa Anacom Eletrônica Ltda de São Caetano do Sul (SP). O encontro acontecerá no Anfiteatro Armando Toshio Natsume do SEL, das 14 às 17 horas. Aberto a todos os interessados, o evento é gratuito e não demanda inscrições prévias.   Mais informações Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação Professor José Marcos Alves do SEL Telefone: (16) 3373-9344 Email: jma@sc.usp.br    

Semana da Integração da Engenharia Elétrica começa no final de semana

Semana da Integração da Engenharia Elétrica começa no final de semana Palestras, minicursos, feiras empresariais, visitas técnicas, Arduino Day e muito mais! Essas são algumas atrações da Semana da Integração da Engenharia Elétrica (SIEEL) que acontece entre os dias 5 e 11 de maio. O evento, que chega a sua 4ª edição em 2018, é organizado por alunos dos cursos de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). As atividades serão realizadas nas duas instituições. Voltada a estudantes, entusiastas, empresas e interessados na área, a SIEEL contará com uma vasta programação. Um dos destaques é o Arduino Day, evento gratuito que reúne a comunidade maker para apresentar ideias e projetos desenvolvidos na plataforma de código aberto. O encontro acontecerá dia 5 de maio, às 9 horas, no espaço de inovação ONOVOLAB e servirá como uma espécie de abertura da Semana. Outra novidade deste ano da SIEEL é a Feira de Empresa, em que os alunos poderão interagir de forma mais direta com profissionais de companhias de seu interesse. Esse contato é importante não só para os estudantes, mas também para as empresas que, por sua vez, usufruem da visibilidade de um público-alvo específico. Além dos destaques já mencionados, também fará parte da Semana o “Simpósio de Iniciação Científica da Engenharia Elétrica (SICCEL)”, que tem como objetivo divulgar os resultados de projetos de pesquisas científicas, tecnológicas e acadêmicas realizadas por alunos de graduação. A SIEEL surgiu em 2015 como resultado da união da “Semana de Engenharia Elétrica” da EESC (Integra Elétrica) e da Semana da Engenharia Elétrica da UFSCar (SEMEL). Para se inscrever e conferir a programação completa, basta acessar o site da Semana ou entrar em contato pelo e-mail contato@sieel.com.br.   Assessoria de Comunicação do SEL   Mais Informações Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da EESC Telefone: (16) 3373 9365 E-mail: contato@sieel.com.br

Processo seletivo para docentes no SEL

Processo seletivo para docentes no SEL Estão abertas, até 17 horas do dia 9 de maio, as inscrições do processo seletivo referente ao Edital 25/2018 para contratação de dois docentes temporários para o Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP. As oportunidades são para o cargo de professor contratado, nível II, com salário de R$ 1.322,41, para candidatos com título de mestre, ou para professor contratado, nível III, com salário de R$ 1.849,66, para candidatos com título de doutor. Ambas são por tempo determinado e jornada de 12 horas semanais de trabalho. Os interessados devem inscrever-se exclusivamente por meio do link https://uspdigital.usp.br/gr/admissao, devendo o candidato apresentar requerimento dirigido ao diretor da EESC, cujo modelo pode ser obtido clicando aqui. Não serão aceitas inscrições pessoalmente, por via postal, e-mail ou fax. Acompanhe nesta página as fases subsequentes do processo seletivo.   Mais informações Serviço de Assistência aos Colegiados da EESC Tel.: (16) 3373-9231 E-mail: colegiados@eesc.usp.br Por Assessoria de Comunicação da EESC Foto: Adaptação de Fanz

Estudantes criam operadora digital de telefonia e representarão Brasil em competição nos EUA

Estudantes criam operadora digital de telefonia e representarão Brasil em competição nos EUA Alunos de três universidades se reuniram para desenvolver a Fluke, startup que traz como prioridade o relacionamento com o cliente; Empresa deve começar a operar no Brasil em 2019 E se sua operadora de celular deixasse de ser um problema? Foi essa a pergunta que motivou um grupo de seis estudantes universitários a criar a Fluke, empresa digital de telefonia móvel que pretende facilitar a vida dos clientes. Desenvolvida por alunos da USP, em São Carlos e São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Universidade Paulista (Unip), a nova operadora virtual representará o Brasil, nos dias 10 e 11 de maio, na International Business Model Competition (IBMC), competição que premia o melhor modelo de negócio universitário do mundo. “Nosso cliente poderá contratar serviços da forma mais personalizada possível. Ele vai escolher o pacote que desejar, sem passar por intermediários, e não será obrigado a comprar planos extras que não utilizaria como forma de obter descontos em seu produto de interesse. Os valores de cada serviço ainda estão sendo estipulados”, explica Marcos de Oliveira Junior, aluno do curso de Engenharia de Produção da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e um dos idealizadores da  startup fundada em junho do ano passado. O processo para contratação de serviços da Fluke será rápido, transparente e intuitivo, bastando apenas o interessado acessar o aplicativo da empresa e selecionar o que deseja. Dentro do app, será possível trocar de plano, alterar os dados pessoais, acompanhar o consumo em tempo real, contratar o acesso a redes sociais, minutos de ligações, SMS, internet, além de solicitar ajuda pelo chat ou diretamente pelo telefone. A melhor notícia é que tudo isso poderá ser solicitado sem precisar se aborrecer com músicas intermináveis durante as chamadas e desgastantes transferências de ligação entre os atendentes de telemarketing. Priorizar o bom relacionamento com os clientes é uma das principais vantagens das operadoras digitais de telefonia. Diferentemente das empresas físicas, as virtuais não precisam se preocupar, por exemplo, com responsabilidades como suporte técnico e infraestrutura de rede, já que alugam a mesma plataforma utilizada por uma operadora convencional. Além de se beneficiarem financeiramente, as companhias tradicionais ainda podem reduzir a ociosidade de suas redes, pois muitas delas não operam em sua capacidade máxima. Assim, essas operadoras terão os mesmos gastos mensais, mas com uma receita maior. Os planos de ligação, internet, SMS e demais serviços serão comprados das empresas físicas pela Fluke em uma espécie de “atacado” e, posteriormente, disponibilizados ao consumidor final. Pensando no custo mensal para a manutenção da startup universitária, também deve ser contabilizado, além do aluguel pago às operadoras convencionais, os gastos com contratação e manutenção de softwares e os custos com os setores jurídico e de marketing. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), o Brasil possui mais de 235 milhões de linhas móveis ativas, o que torna o país o 5º maior mercado do mundo na área. As operadoras Vivo, Claro, TIM e Oi contemplam mais de 98% das escolhas dos clientes e a falta de alternativas a essas quatro opções, muitas vezes, faz com que o usuário sinta-se refém dessas empresas. “As grandes operadoras de telefonia possuem uma base enorme de clientes, tornando o mercado oligopolizado. Porém, muitos consumidores contestam a qualidade dos serviços prestados e, frequentemente, as reclamações desencadeiam problemas jurídicos às empresas. Foi por isso que escolhemos o caminho das operadoras virtuais, pois assim conseguimos focar em uma relação de excelência com os clientes”, afirma Yuki Watanabe, aluno do curso de Engenharia Elétrica – Ênfase em eletrônica da EESC. Tratando-se apenas de chips móveis pré-pagos, o número de clientes que trocam de operadora por ano gira em torno de 60 milhões. “Falta transparência às operadoras. Algumas pessoas mal sabem o valor exato que irá pagar na fatura do mês seguinte ou se o serviço está realmente sendo entregue, por exemplo. Para piorar, a comunicação com as empresas físicas é difícil e muitos clientes até deixam de mudar de operadora por pensar que na concorrente o serviço também será ruim”, explica Matheus Uema, aluno do curso de Engenharia de Computação, oferecido pela EESC em parceria com o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), também da USP em São Carlos. Durante a graduação, os jovens estudaram algumas disciplinas que contribuíram na elaboração da startup. Oficinas de inovação e matérias sobre empreendedorismo universitário fizeram parte da grade dos alunos. “Durante as disciplinas, eu tive a oportunidade de assistir a palestras com referências na área, além de participar de dinâmicas em grupo com alunos de todos os campi da USP sobre o mercado empreendedor, conta Marcos. O foco da Fluke é o público jovem, e a escolha por São Carlos para desenvolver o projeto foi estratégica: “É uma população mais adepta a inovações digitais e que está inserida no campo da tecnologia. Muitos estudantes se mudam para São Carlos a fim de estudar e acabam trocando de operadora para falar com os pais. Pode ser um momento oportuno para nós”, diz Yuki. Reconhecimento – A ideia empreendedora dos jovens já trouxe grandes resultados, tanto que a Fluke venceu a seletiva nacional da International Business Model Competitions (IBMC) 2018. Agora, eles serão os responsáveis por representar o Brasil na etapa mundial da competição que contará com outros 39 países e será realizada na cidade de Provo, em Utah, nos Estados Unidos. O evento é organizado pela Universidade Brigham Young. Só que para viajarem ao país norte-americano os jovens estão realizando uma campanha de financiamento coletivo na internet. Quem puder contribuir pode acessar o seguinte link. Os estudantes precisam de pouco mais de R$ 30 mil para arcar com todos os gastos da viagem, e as contribuições podem ser feitas online até o dia 24 de abril. No momento, os integrantes da Fluke já estão negociando com algumas operadoras e em busca de investidores para a empresa. A previsão é de que a startup de São Carlos comece a

Aparelho inédito mostra se óculos de sol estão adequados para dirigir

Aparelho inédito mostra se óculos de sol estão adequados para dirigir  Equipamento criado na USP, em São Carlos, analisa em poucos segundos o acessório do motorista Você sabia que seus óculos de sol podem ser impróprios para dirigir? Na hora de comprar o acessório, muita gente pensa apenas na questão estética ou, então, na proteção contra raios ultravioleta. Mas o que pouca gente sabe é que as lentes dos óculos solares também podem atrapalhar a visão do motorista, alterando as cores do semáforo ou impedindo a entrada de luz suficiente nos olhos do condutor. Para testar se os mais diversos modelos de óculos de sol são adequados para quem dirige veículos, foi criado um aparelho que exibe a resposta em poucos segundos. O projeto é de Artur Loureiro, ex-aluno da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP. Feito de MDF, o protótipo pesa aproximadamente 1,5 kg e o usuário interage com o dispositivo por meio de caixas de som e de sua tela sensível ao toque. Dentro do aparelho, a luz branca de um LED é apontada na direção de uma placa eletrônica composta por um sensor que faz diferentes medições. O teste com os óculos de sol é simples e bastante intuitivo: basta abrir a tampa superior do equipamento e posicionar as lentes do acessório entre o LED e a placa. Depois, é só aguardar alguns segundos. Veja no vídeo abaixo: Para responder se os óculos estão apropriados para dirigir, o sensor do aparelho mede a chamada transmitância luminosa, que nada mais é do que a quantidade de luz visível que penetra pelas lentes do acessório e chega aos olhos do motorista. Por exemplo: se as lentes de um par de óculos possuem uma transmitância luminosa de 50%, quer dizer que apenas metade da luz do ambiente está atravessando as lentes e chegando ao condutor. Uma lente própria para direção deve deixar passar mais do que 8% de luz. Além do teste de luz visível, o sensor também mede, especificamente, o quanto as luzes vermelha, amarela e verde, que compõem um semáforo, estão sendo diminuídas para a pessoa que está usando óculos de sol no trânsito. “O motorista pode deixar de enxergar alguma das luzes do semáforo dependendo do quanto forem reduzidas”, afirma Artur que testou as lentes de 128 óculos com marcas distintas. Caso as cores do semáforo sofram uma diminuição de intensidade acima do permitido, os óculos também não serão próprios para direção. O número que traz essa resposta leva o nome de quociente de atenuação visual de luz de trânsito (Q). O valor final do quociente não pode ser inferior a 0,8 para luz de sinalização vermelha nem menor que 0,6 para luzes de sinalização amarela e verde. A partir da combinação de todas essas medidas e de alguns cálculos matemáticos, a avaliação dos óculos é revelada ao usuário. O trabalho do ex-aluno resultou em sua dissertação de mestrado em Engenharia Elétrica, defendida no final do ano passado e financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A pesquisa foi orientada pela professora Liliane Ventura, do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC. “Nós queremos chamar a atenção do público para o assunto e instruir a população. Quando as pessoas vão comprar óculos de sol, nem perguntam se o acessório é próprio para dirigir, pois não sabem que essa possibilidade existe. O tema não é difundido”, explica Liliane que coordena o Laboratório de Instrumentação Oftálmica (LIO) do SEL, onde o trabalho foi desenvolvido. O que diz a norma? – A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) classifica as lentes de óculos de sol em categorias que variam de 0 a 4, de acordo com quão escuras elas são. A primeira delas (0) corresponde às lentes mais claras, seguindo uma ordem crescente de escurecimento conforme aumenta a categoria. As lentes da categoria 0 são recomendadas para situações em que haja poucos raios solares, sem Sol aparente. Na categoria 1, as lentes são para cenários com Sol parcialmente visível. Já na categoria 2, os óculos são para uso geral, oferecendo boa redução dos raios de sol, diferente da categoria 3, na qual os acessórios podem ser utilizados em ambientes com Sol forte, como praias. Por fim, a categoria 4 é composta pelas lentes mais escuras de todas, presentes em situações de incidência muito alta de Sol, como em ambientes com muito reflexo de água (passeios de barco), ou no alto de montanhas em cidades que neva, e até em dunas de areia. Lentes excessivamente escuras, com transmitância luminosa igual ou inferior a 3%, não são classificadas em nenhuma categoria, uma vez que a norma foi feita para óculos de uso geral. Caso as lentes sejam da categoria 4 ou sem categoria, elas não serão adequadas para direção. “Pelo fato das lentes solares serem fabricadas com filtro, o mesmo pode interferir na imagem transmitida. Sendo assim, as cores, a forma e a distância dos objetos podem ser alteradas equivocadamente. Quando pensamos em um motorista, o risco de acidentes pode aumentar”, afirma o oftalmologista Gustavo Paro. A norma brasileira da ABNT requer que as lentes passem por testes de transmitância luminosa e sejam classificadas como adequadas ou não para dirigir. Entretanto, o público em geral não possui meios de testar seus próprios óculos de sol. Atualmente, a única maneira de saber se os acessórios são próprios para direção é por meio de um espectrofotômetro, equipamento utilizado para fins científicos e manuseado apenas por especialistas. Além de ser relativamente caro, grande e ter funcionamento complexo, o equipamento precisa de cerca de 40 minutos para testar se um único par de óculos está adequado para dirigir. Insegurança na hora da compra –No Brasil não é exigido que os óculos possuam certificação para entrarem no mercado. Isso faz com que muitos produtos sejam vendidos sem passar por nenhum controle de qualidade. “Uma vez que não é exigida a certificação dos óculos de sol, o consumidor não é informado sobre os cuidados necessários no momento da compra”,

EESC contrata professor temporário para o SEL

EESC contrata professor temporário para o Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação A Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP recebe até o dia 17 de abril as inscrições no processo seletivo para contratação de um docente temporário para o Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL). O professor escolhido, que terá jornada de 12 horas semanais, deverá ministrar as seguintes disciplinas: Sistemas Digitais, Circuitos Eletrônicos I, II e III, e Laboratório de Dispositivos Semicondutores. Os salários são de R$ 1.849,66 caso o contratado possua o título de Doutor e R$ 1.322,41 caso o selecionado possua o título de Mestre, além de auxílio alimentação no valor de R$ 690,00 e assistência médica. A contratação será por prazo determinado e vigorará a partir da data do exercício até 31 de dezembro de 2018, com possibilidade de prorrogações, desde que a soma dos períodos não ultrapasse o prazo de dois anos. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente via internet até às 17 horas do dia 17 de abril (horário oficial de Brasília-DF) por meio deste link: uspdigital.usp.br/gr/admissao. Para obter mais detalhes sobre prazos, etapas, provas e documentações, acesse o edital completo. Mais informações Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação Telefone: (16) 3373-9365 E-mail: departamento.eletrica@eesc.usp.br Edital: goo.gl/ZPX3c6  

Palestra no SEL debate softwares gratuitos para aplicação na robótica

Palestra no SEL debate softwares gratuitos para aplicação na robótica  Diversos avanços tecnológicos da atualidade têm proporcionado grandes inovações no campo da robótica, como é o caso dos quadricópteros, por exemplo. Alguns dos responsáveis por tal revolução na área são os chamados softwares de código aberto – ferramentas computacionais gratuitas que permitem a qualquer pessoa reprogramar sua fonte para diferentes fins. Dois exemplos de programas de computador do gênero utilizados na robótica são o Robot Operating System (ROS) e o simulador Gazebo, que serão tema de palestra no Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP. O evento, que não demanda inscrições prévias, é gratuito e será realizado na próxima sexta-feira, dia 6 de abril, no Auditório Armando Toshio Natsume do SEL, a partir das 14 horas. Quem irá comandar o bate-papo é Louise Poubel, engenheira de software da Open Robotics, organização não governamental que mantém os softwares de código aberto ROS e Gazebo. Na palestra, será abordada um pouco da trajetória das duas ferramentas, as quais são amplamente utilizadas no mundo acadêmico, em centros de pesquisa e cada vez mais em vários segmentos da indústria pelo mundo. Também será feita uma breve introdução sobre como esses programas de computador funcionam e de que forma os interessados podem usufruir de suas utilidades. A palestrante promete, ainda, apresentar os desenvolvimentos mais recentes da Open Robotics, tais como a versão mais recente do ROS, chamada de ROS 2, além do futuro da simulação no Gazebo. Sobre Louise: A engenheira iniciou sua carreira acadêmica em 2007, quando cursou engenharia mecatrônica na Universidade de Chiba por meio de um programa de bolsas do governo japonês. Em 2011, ingressou no programa de mestrado Erasmus Mundus na Europa, estudando na Polônia e França. Sua tese de mestrado teve como foco a imitação de movimentos de corpo inteiro por robôs humanoides em tempo real. Em 2013, Louise começou suas atividades na Open Robotics através do programa Outreachy e, desde então, faz parte do time de desenvolvimento do simulador Gazebo.   Mais Informações Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) Telefone: (16) 3373-9365 E-mail: departamento.eletrica@eesc.usp.br

Começa na próxima segunda-feira a XIV Semana da Pós-Graduação na EESC

Começa na próxima segunda-feira a XIV Semana da Pós-Graduação na EESC  A Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP realizará, de 12 a 16 de março, na área 1 do campus da USP em São Carlos, a XIV Semana da Pós-Graduação na EESC, promovida pela Comissão de Pós-Graduação e pelo Serviço de Biblioteca “Prof. Dr. Sergio Rodrigues Fontes”. Tendo como público-alvo alunos de pós-graduação da Escola, das demais unidades de ensino, pesquisa e extensão do campus da USP em São Carlos, de outras universidades e instituições de ensino superior, além de ser aberto à comunidade, o evento contará com palestras, mesas-redondas, treinamentos, estandes com informações sobre os programas de pós-graduação da EESC, lançamentos de livros de autores da Escola (clique aqui e confira o convite aos autores), assim como atividades culturais. No Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC, o destaque fica por conta de duas palestras: “Divulgação Científica”, que será ministrada pela jornalista Denise Casatti, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos e “A Inovação Tecnológica em Programas de Pós-Graduação”, apresentada pelo professor João Fernando de Oliveira. Os bate-papos acontecem na sexta-feira, dia 16 de março, no Auditório Armando Toshio Natsume do SEL. A programação completa com os horários pode ser consultada aqui. Durante as várias atividades da Semana, ainda serão abordados temas como: oportunidades e convivência na USP em São Carlos; internacionalização da pós-graduação; escrita científica; Mendeley; Turnitin: detectando plágio em manuscritos; palestra motivacional Soul Conscious Access – uma estratégia para desenvolver a saúde da mente e o equilíbrio das emoções; ORCID para autores; EndNote Basic: gerenciador de referências: processo de avaliação de manuscritos; Currículo Lattes; estrutura de trabalho acadêmico; citações, referências e demais normas; divulgação científica e processo de inovação científica; as boas práticas em pesquisa. Todas as atividades contarão com transmissão ao vivo pelo IPTV-USP. As palestras acontecerão de segunda a quinta-feira no Anfiteatro de Convenções Jorge Caron da EESC, e as exposições de livros no Espaço Primavera, situado no piso térreo do Bloco E-1. Na sexta-feira, dia 16 de março, as palestras ocorrerão no Anfiteatro “Armando Toshio Natsume”, no Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação. A área 1 do campus da USP em São Carlos localiza-se na Av. Trabalhador são-carlense, 400. Adaptado de Assessoria de Comunicação da EESC Imagem: Adaptação de Keite Marques Mais Informações Serviço de Biblioteca da EESC Telefone: (16) 3373-9247 E-mail: semana@eesc.usp.br  

Descubra por que estudar Engenharia Elétrica na USP em São Carlos

Descubra por que estudar Engenharia Elétrica na USP em São Carlos Empreendimentos, automobilismo e distribuição de energia à sociedade. Conheça histórias de quem encontrou na EESC o melhor caminho para o futuro Desde criança ele preferia deixar o futebol com os amigos em segundo plano para brincar de outra coisa: soldar equipamentos. Bruno Moreira, aluno do curso de Engenharia Elétrica-Ênfase em Sistemas de Energia e Automação da USP em São Carlos viu sua paixão pela área nascer dentro da família. Neto de técnico em eletrônica, o jovem vivia desmontando aparelhos e soldando capacitores na oficina de seu avô: “Eu mais bagunçava do que ajudava, mas era bem divertido”, relata o estudante nascido em Uberaba (MG) e que carrega até hoje a experiência obtida na infância. “Entrei na faculdade com algumas noções básicas de eletrônica, fazendo pequenos circuitos, lendo componentes e sabendo o nome das peças, foi algo que me ajudou muito. No primeiro semestre, quando precisávamos elaborar um projeto, tinha dificuldades com as equações matemáticas, mas sabia como fazer um aparelho funcionar”, conta o jovem que está no quarto ano do curso oferecido pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). “Para mim a engenharia elétrica é uma mágica, pois com apenas alguns materiais específicos conseguimos construir algo que há 200 anos pareceria bruxaria. Você já parou para pensar que com o celular, um pedaço de metal que está no seu bolso, é possível acessar quase toda informação produzida pela humanidade?”, indaga o estudante. Já na graduação, Bruno resolveu se aproximar de outra paixão: os carros. Ele sempre assistia com o pai às corridas de Fórmula 1 exibidas aos domingos na televisão e frequentava salões de automóveis. Quando chegou à EESC, descobriu o Tupã, grupo extracurricular que desenvolve carros elétricos de alto desempenho para disputa de competições. Confira aqui todos os grupos extracurriculares da EESC. Além de aplicarem os conhecimentos adquiridos na Universidade como, por exemplo, conteúdos sobre motores elétricos, os jovens que participam do Tupã se relacionam com outros temas: “No grupo eu também tenho contato com assuntos da mecânica e hoje eu já sei como é um amortecedor, uma carcaça de redutor, uma bucha, uma manga, isso amplia muito nosso horizonte”, afirma Bruno que já foi diretor geral do Tupã. Além do cargo máximo da equipe, existem ainda dois diretores elétricos e outros dois mecânicos. “A engenharia elétrica, assim como a mecânica e a civil, é muito tradicional, o que permite uma formação bem sólida no campo de exatas. Em função disso, nós vemos diversos estudantes saírem do curso com amplas possibilidades de atuação no mercado, às vezes, até mesmo em áreas que não são específicas da engenharia como, por exemplo, em um banco ou trabalhando com análise de risco”, explica Rogério Flauzino, coordenador dos cursos de Engenharia Elétrica da USP em São Carlos e professor do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC. Administrar um grupo extracurricular como o Tupã exige muita responsabilidade e comprometimento: “Nossa carga horária é grande e temos que aproveitar o máximo de tempo disponível. Trabalhamos até de madrugada e, quando sobra tempo livre entre as aulas, passamos na sede do grupo para arrumar um freio, tornear uma peça”, conta o estudante que faria tudo novamente: “Acompanhar o carro sendo montado a cada dia me motiva muito. No começo era só o chassi, depois chegou a suspensão, as rodas e o motor. Ver as pessoas felizes com o resultado é algo muito gratificante”, revela. Mas não é só de mão na massa que vivem os integrantes da equipe. Bruno conta que evoluiu muito no aspecto de relacionamento humano, atuando na solução de problemas, negociando com empresas patrocinadoras e melhorando seu jogo de cintura para lidar com as mais diversas situações, atributos que considera muito importantes sob o ponto de vista de mercado. “Entre em um grupo extracurricular, pois aqui você não vai crescer apenas como técnico e engenheiro, mas também como pessoa”, afirma o estudante. Para participar de grupos como o Tupã, é fundamental que o ensino na Universidade sirva de alicerce para a atuação dos jovens: “Nós temos professores referências no Brasil e no mundo, pessoas muito inteligentes, excelentes técnicos de laboratório, além de toda a infraestrutura”, elogia o aluno. Em São Carlos, são oferecidos dois cursos de Engenharia Elétrica: um com ênfase em eletrônica e outro em sistemas de energia e automação. “O número de professores do curso é bastante expressivo e eles possuem uma formação bem diversificada. Além disso, a pós-graduação em Engenharia Elétrica possui nota máxima na avaliação da CAPES e os docentes que ministram aulas aos mestrandos e doutorandos são os mesmos da graduação”, explica Rogério. “No curso o aluno terá contato com áreas específicas como sistemas de controle, sistemas elétricos de potência, engenharia biomédica, processamento de imagens, sistemas inteligentes e sistemas digitais”, complementa o professor. Já na parte final da graduação, o caminho escolhido por Bruno parece que não ficará marcado apenas em sua lembrança: “Meu pai nunca teve a oportunidade de fazer uma faculdade para cuidar da família e ele sempre sonhou em estudar Engenharia Elétrica. Hoje, sabendo que ele acompanha minha atuação no curso e me vê trabalhando numa área que ele também sempre quis me motiva todo dia a seguir em frente”. Iluminando a vida das pessoas – Ele é gerente em uma das principais empresas de distribuição de energia elétrica do Estado de São Paulo, a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). Nascido em Campinas (SP), cidade sede da instituição, Alex Almeida Pignatti sonhava em chegar aonde está: “A CPFL sempre foi um objetivo profissional, talvez o maior de todos”, diz o ex-aluno do curso de Engenharia Elétrica – Ênfase em Sistemas de Energia e Automação. Hoje, há onze anos na empresa, o egresso é o responsável pelo setor de Engenharia de Normas e Padrões. “Minha área concentra a maior inteligência das engenharias, é o local onde os equipamentos são estudados, descobrimos como operá-los da melhor forma e entramos nos detalhes de como funciona o sistema elétrico”, explica o engenheiro

Engenheiros de computação: o caminho trilhado por quem escolheu a USP em São Carlos

Engenheiros de computação: o caminho trilhado por quem escolheu a USP em São Carlos Eles seguiram carreira na área médica, na robótica e no setor de telecomunicações. Conheça as histórias de três ex-alunos do curso de Engenharia de Computação, oferecido em conjunto pela EESC e pelo ICMC Era só mais um dia comum no Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Barretos até uma senhora cadeirante entrar em um dos consultórios para realizar uma bateria de exames nos olhos. A dificuldade em se manter estática na alta cadeira do retinógrafo – aparelho utilizado para tirar fotos da retina – e posicionar seu queixo da maneira correta no equipamento fez com que ela desistisse de ser examinada. No mesmo instante, diante da cena constrangedora, um gesto do engenheiro de computação José Augusto Stuchi, ex-aluno da USP, em São Carlos possibilitou uma rápida solução ao problema. Ele propôs ao médico responsável utilizar o retinógrafo portátil criado por ele e outros dois amigos para realizar o exame na paciente. “O médico conseguiu dar o diagnóstico na hora. Quando a senhora foi embora com o laudo, choramos de emoção e tivemos a certeza de que conseguimos ajudar, relata José Augusto” que realizava testes finais em seu aparelho que deve ser lançado nos próximos meses. O equipamento idealizado pelo engenheiro leva o nome de Smart Retinal Camera – SRC e realiza exames oculares de maneira prática, barata e com o uso de smartphones, facilitando o uso em pacientes que não conseguem se deslocar às clínicas ou em mutirões realizados em lugares distantes e que não possuem especialistas. O projeto foi desenvolvido por três ex-alunos da USP, em São Carlos: o engenheiro eletricista Flavio Vieira, o físico Diego Lencione e José Augusto, que se graduou em Engenharia de Computação, curso oferecido em conjunto pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC). “O curso é focado em duas áreas muito dinâmicas e inovadoras, a engenharia elétrica e a computação. Hardware e software têm o mesmo peso e o fato de o curso ser oferecido em parceria por duas unidades da USP é um grande diferencial”, explica Maximiliam Luppe, coordenador do curso e professor do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC. Nascido em Ibitinga (SP), José Augusto viu sua paixão pela área surgir cedo. Aos 12 anos entrou em um curso de programação e começou a desenvolver pequenos sistemas para vender, como o programa para controle de vendas de botijão de gás, no qual o software calcula a periodicidade média em que o cliente precisa de um novo produto, determinando a entrega imediata na casa da pessoa.  De perfil empreendedor, o ex-aluno conciliava as aulas da faculdade com seus trabalhos particulares: “Sempre que entrava em férias, arrumava um projetinho para fazer”, conta. Graduado em 2009, o egresso conta como a experiência na USP fortaleceu sua formação: “É um curso que proporciona uma versatilidade muito grande no mercado e faz abrir a cabeça para a computação. Nós saímos prontos para resolver problemas e olhando o mundo de uma forma diferente”, afirma. “O mercado para o engenheiro de computação é muito promissor e a tendência é que surjam muitas oportunidades. No curso, nós focamos bastante em empreendedorismo, tanto que criamos o Espaço EngComp, local compartilhado entre os alunos para o desenvolvimento de projetos de inovação, e oferecemos laboratórios para instalação de empresas juniores e startups”, completa Maximillian. A escolha pela área médica também já estava nos planos de José Augusto há muito tempo. Ainda na terceira série do ensino médio, o engenheiro escreveu uma carta junto com os amigos que dizia o que cada um gostaria de fazer no futuro. No desejo do então adolescente a mensagem foi direta: desenvolver componentes médicos. “Produzir equipamentos e novas soluções em medicina é algo muito gratificante. Eu pretendo deixar um legado e ajudar as pessoas, o desejo de transformar o País me motiva muito”, conta o empreendedor. O envolvimento no projeto do SRC levou os três idealizadores a fundar, em março de 2016, a startup Phelcom, empresa focada em criar produtos combinando soluções na área de óptica, eletrônica e computação. “Empreender é algo muito complexo, precisamos entender como o mercado funciona, existem as burocracias e acabamos renunciando algumas coisas, mas, ao mesmo tempo, tem bastante gente querendo ajudar”. Atualmente, o Smart Retinal Camera – SRC passa pelos testes clínicos finais e aguarda algumas liberações da Agência Nacional De Vigilância Sanitária (ANVISA). Segundo os especialistas, o lançamento oficial do equipamento deve ocorrer em agosto. Multitarefas – Ele é professor, palestrante, blogueiro, tem um canal no Youtube e trabalha em uma empresa de telecomunicações. Todas essas funções voltadas exclusivamente à Engenharia de Computação. “Minha paixão por computadores começou aos cinco anos. Antes de aprender a escrever eu já digitava”, revela André Curvello que se formou na EESC em 2012. Natural de São José do Rio Pardo (SP), sempre se encantou pelas máquinas e aprecia tudo o que envolve sua elaboração e funcionamento, desde a estrutura física até o programa que elas executam. “Eu também gosto muito de eletrônica e vi que no curso ela seria bastante abordada. Não queria focar apenas na computação, mas em descobrir o que acontece entre esses dois mundos”, conta o ex-aluno.  Aprovado na UNICAMP e na USP em São Carlos depois de prestar o vestibular, André não estava disposto a ir para uma cidade grande, por isso a escolha pela capital da tecnologia: “É uma das melhores universidades da América Latina localizada em uma cidade tranquila, excelente para o estudante”, afirma. O período em que esteve na graduação foi marcante para o jovem que ainda se ambientava a uma nova rotina: “A formação que eu tive foi diferenciada, digo pelo ambiente, pelos professores e pela estrutura. Algo que me impressionou bastante foi o contato com as tecnologias nos laboratórios, as quais eu nem imaginava que existiam”, relata o engenheiro. Assim que se formou, teve início sua aventura pelas multitarefas que realiza hoje e a primeira

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