Participe de curso gratuito de alemão no SEL

USP em São Carlos oferece curso gratuito de alemão O Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP promoverá mais uma edição de seu curso gratuito de alemão. A atividade, que é aberta ao público, conta com 180 vagas e as inscrições podem ser feitas de 15 a 18 de março diretamente pelo Sistema Apolo da Universidade. Dividido em dois módulos, o curso será ministrado por alunos de intercâmbio voluntários que já tiveram experiências com o alemão. Em “Introdução à Língua e Cultura Alemã I”, os participantes aprenderão temas básicos como alfabeto, pronúncia, números, pequenos diálogos, formas de se apresentar, entre outros. Já no segundo módulo, nomeado “Introdução à Língua e Cultura Alemã II”, os interessados terão conteúdos sobre corpo, saúde, vestuário, profissões, tempo, férias e outros assuntos mais complexos. Para participar do segundo módulo, é necessário ter concluído o primeiro ou ter sido aprovado em avaliação de nivelamento. Programado para ser realizado de março a julho de 2019, o curso terá 14 aulas e incluirá provas. Aqueles que forem aprovados nas avaliações com média mínima de seis (6) e obtiverem pelo menos 85% de frequência, receberão um certificado de conclusão expedido pela USP. O primeiro módulo será oferecido em duas turmas, com atividades às quartas e quintas-feiras, das 19 às 22 horas; já o segundo, ocorrerá às sextas-feiras, das 13 às 16 horas em turma única. As aulas acontecerão no Auditório do Prédio de Laboratórios de Ensino do SEL, que fica próximo à saída do Campus que dá acesso à Rua Miguel Petroni. Promovido desde 2016, o curso tem o objetivo de despertar no público o interesse pela cultura e o idioma da Alemanha, oferecendo conhecimento básico para que os participantes aprofundem seus estudos em escolas especializadas no futuro. Além disso, o projeto busca fomentar iniciativas de trabalho voluntário, nas quais os alunos compartilham o conhecimento adquirido em suas experiências acadêmicas na Universidade. Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP Mais Informações Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da EESC Período de inscrições: De 15 de março, a partir das 8h, até dia 18 de março, às 12 horas. E-mail: departamento.eletrica@eesc.usp.br Telefone: (16) 3373-8276
Evento na USP estimula presença de mulheres no meio acadêmico

Evento na USP estimula presença de mulheres no meio acadêmico Fomentar, por meio de minicursos, palestras e roda de conversa, a participação feminina no meio acadêmico e tecnológico. Esse é o objetivo do evento “Mulheres em Foco”, iniciativa que será realizada no dia 15 de março, a partir das 8 horas, na USP, em São Carlos. Promovido pela Semana de Integração da Engenharia Elétrica (SIEEL), em parceria com o grupo Women in Engineering (WiE), o evento contará com a participação de mulheres de destaque em diversas áreas. Elas provarão que, apesar do universo da engenharia ser composto, em sua maioria, por homens, existem inúmeras mulheres bem sucedidas na área. Para participar, os interessados devem se inscrever por meio dos links disponíveis na página oficial do evento no Facebook, onde a programação completa das atividades também pode ser conferida. Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP Mais informações Semana da Integração da Engenharia Elétrica (SIEEL) Site: http://www.sieel.com.br Telefone: (16) 3373-9365
Startup de São Carlos está na final de torneio em Harvard e no MIT

Startup de São Carlos está na final de torneio em Harvard e no MIT Criada por alunos da USP, Helidrop propõe uso de VANT autônomo para reduzir desperdícios na pulverização agrícola A Helidrop, startup do ramo de pulverização agrícola desenvolvida por alunos da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, é uma das finalistas da HackBrazil, competição que premia ideias brasileiras inovadoras em disputa realizada na Universidade Harvard e no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), ambos dos EUA. A equipe vencedora levará para casa R$ 75 mil para investir no crescimento da empresa. Durante o evento, que acontecerá em abril, os jovens terão apenas três minutos para apresentar a proposta de negócio da empresa a uma banca formada por executivos. “Estamos muito ansiosos, pois na fase anterior conseguimos vencer startups mais conhecidas e consolidadas do que a nossa, que já possuem produtos no mercado”, conta Bruno Bagarini, um dos idealizadores do projeto e aluno do curso de Engenharia Elétrica (Ênfase em Eletrônica) da EESC. Os estudantes da USP conseguiram superar outras 39 startups na etapa semifinal da competição. Pulverização inteligente – A ideia da Helidrop é oferecer um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) autônomo para pulverização agrícola, a fim de melhorar o combate às pragas. Com alta capacidade de carga, a solução proporcionará mais uniformidade na aplicação de defensivos em terrenos, reduzindo o desperdício. Além de Bruno, integram a Startup Guilherme Donatti, aluno do curso de Engenharia Elétrica (Ênfase em Sistemas de Energia e Automação) e Victor Turcato, graduando do curso de Engenharia Mecatrônica. Ainda em fase de testes e prototipagem, a Helidrop foi uma das participantes do Academic Working Capital (AWC), programa de empreendedorismo do Instituto TIM voltado a alunos de graduação que possuem trabalhos de conclusão de curso inovadores. Os universitários receberam acompanhamento profissional, orientação de negócios e recursos financeiros para aplicação no projeto. HackBrazil – A competição é uma das atrações da Brazil Conference at Harvard & MIT, que ocorrerá entre os dias 5 e 7 de abril, em Boston, nos EUA. A conferência é realizada pela comunidade brasileira de estudantes da cidade com o intuito de promover o encontro de grandes personalidades brasileiras, como políticos, famosos e empresários. Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP Mais Informações Assessoria de Comunicação do SEL/USP Telefone: (16) 3373-8740 E-mail: comunica.sel@usp.br
Inscrições abertas para evento internacional sobre isolantes elétricos

Inscrições abertas para evento internacional sobre isolantes elétricos Os interessados em participar da 3ª edição do International Workshop on Advanced Dielectrics and Applications (IWADA 2019) já podem se inscrever diretamente na página do evento. Neste ano, a iniciativa que discute estudos na área de dielétricos (isolantes de eletricidade) será realizada pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, entre os dias 24 e 26 de abril, e contará com a participação de pesquisadores de diversos países, principalmente do Brasil e da Europa. Na programação estão previstas palestras, apresentações de trabalhos científicos, minicursos, além de mesas redondas com especialistas no assunto. Muito utilizado em pesquisas, os dielétricos podem ser encontrados nos estados sólido, líquido e gasoso. Alguns exemplos são o teflon, o óleo utilizado em transformadores e até mesmo o ar. Mas a função desses isolantes que chama mais a atenção dos pesquisadores é a de reter cargas, pois, com essa utilidade, é possível desenvolver uma série de sensores com aplicações em variados campos. Realizado pela primeira vez na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o IWADA teve sua 2ª edição sediada no Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP. Todo o processo de criação e estruturação do evento passou pelas mãos do professor Ruy Alberto Altafim do SEL, que hoje atua como co-organizador da iniciativa. Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP Mais Informações Site: iwada2019.rf.gd/index.html
Pós-Graduação em Engenharia Elétrica elege novo coordenador

Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da EESC elege novo coordenador O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP está sob nova coordenação. Quem tomou posse no cargo de coordenador é o docente Ivan Nunes da Silva, tendo o professor João Bosco Augusto London Junior como seu suplente. O novo mandato começou dia 11 de fevereiro e terá duração de dois anos. Silva é bacharel em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Uberlândia, onde também se graduou em Engenharia Elétrica. O docente possui ainda mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Campinas. É professor do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC desde 2004 e suas áreas de pesquisa incluem: automação inteligente de processos envolvendo sistemas elétricos de potência; controle inteligente de máquinas e equipamentos elétricos; projetos de arquitetura de sistemas inteligentes; identificação e otimização de sistemas. Já o professor London Junior é graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Mato Grosso e possui mestrado e doutorado na mesma área pela USP. É professor do SEL desde 2002 e conta com experiência nas seguintes áreas: modelagem em tempo real de sistemas elétricos de potência; reconfiguração de redes para tratamento de problemas em sistemas de distribuição de energia elétrica e técnicas de esparsidade aplicadas à análise matricial de sistemas elétricos de potência. Sobre o Programa: O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da EESC foi criado em 1975 com o curso de Mestrado, estendendo-se ao Doutorado em 1997. Ao longo de sua trajetória formou aproximadamente 700 mestres e mais de 250 doutores, com centenas de trabalhos publicados em veículos de alto impacto científico. O Programa possui o nível mais elevado de conceito da CAPES, recebendo nota 7. Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP Mais informações Secretaria de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Telefone: (16) 3373-9371 E-mail: posee@sc.usp.br
Graduandos podem obter créditos em optativas cursando disciplinas de pós-graduação

Graduandos podem obter créditos em optativas cursando disciplinas de pós-graduação Os alunos dos cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia de Computação, oferecidos pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, terão agora mais uma oportunidade de aprofundarem seus conhecimentos durante a graduação na área. Com o novo Programa de Formação Integrada com a Pós-graduação (PFI-pós), lançado este ano pela EESC, os graduandos podem se matricular, até o dia 22 de fevereiro, em disciplinas do Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica. Essa integração permitirá que os estudantes aproveitem os créditos obtidos em disciplinas optativas de graduação e em um eventual curso de mestrado no futuro. Confira todas as instruções no link. “A ideia é que, a cada semestre, novas disciplinas de pós-graduação sejam oferecidas aos graduandos. Esse contato com estudantes já formados é interessante, pois proporciona uma troca de conhecimentos muito rica, contribuindo para que os menos experientes alcancem seus objetivos e, inclusive, vislumbrem os melhores caminhos no universo da pesquisa”, afirma o professor José Carlos de Melo Vieira Júnior, docente do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC e vice-coordenador do curso de Engenharia Elétrica da Unidade. Podem participar da iniciativa os estudantes dos dois cursos de Engenharia Elétrica (Ênfase em Eletrônica e Sistemas de Energia e Automação) e os alunos do curso de Engenharia de Computação, que é oferecido em parceria com o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP. Sobre o Programa – O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da EESC foi criado em 1975 com o curso de Mestrado, estendendo-se ao Doutorado em 1997. Ao longo de sua trajetória formou aproximadamente 700 mestres e mais de 250 doutores, com centenas de trabalhos publicados em veículos de alto impacto científico. O Programa possui o nível mais elevado de conceito da CAPES, recebendo nota 7. Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP Mais Informações Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica da EESC Telefone: (16) 3373-9371 E-mail: posee@sc.usp.br
Engenheiro cria equipamento inovador para imprimir dispositivos eletrônicos

Engenheiro cria equipamento inovador para imprimir dispositivos eletrônicos Aparelho vai ajudar cientistas e centros de pesquisa a desenvolver técnicas de fabricação de dispositivos de eletrônica orgânica A eletrônica orgânica é uma tecnologia promissora que envolve a produção de dispositivos semicondutores a partir de moléculas orgânicas à base de carbono. Atualmente, no mundo inteiro, vários grupos desenvolvem pesquisas na área. Entre as possibilidades que essa tecnologia proporciona estão as telas dobráveis e os painéis de energia solar de baixo custo. É possível, por exemplo, imprimir um dispositivo utilizando tintas semicondutoras: é a chamada eletrônica impressa. Porém, os cientistas que desenvolvem estudos nessa área enfrentam o desafio de fazer isso em escalas maiores, que vão além da laboratorial – onde, muitas vezes, é preciso trabalhar com dispositivos impressos de dois milímetros quadrados. Uma solução inovadora veio do engenheiro Leonardo Dias Cagnani, ex-aluno do campus de São Carlos da USP, que criou um conjunto de equipamentos para auxiliar o desenvolvimento de técnicas de fabricação da eletrônica impressa. Denominado Roll-to-roll Lab, o aparelho oferece uma característica única no mundo: a possibilidade de usar seis diferentes técnicas de impressão e alternar de uma para outra sem necessidade de troca do substrato (papel, plásticos, embalagens) ou de parada do equipamento. Também foram criados dois outros produtos, que podem ser comercializados à parte: uma bomba de seringa (que controla o fluxo de tinta a ser usada na impressão) e uma glove box (caixa fechada de inox com visor de vidro, com atmosfera sem umidade e baixo nível de oxigênio). Os equipamentos são direcionados para pesquisas laboratoriais em diversos ramos, como automotivo, de papéis e vernizes, entre outros, além de universidades, centros de pesquisa e empresas de certificação. Apesar de terem sido criados com foco principal na eletrônica impressa, o uso dos equipamentos não se restringe a essa área de estudos. Outro aspecto positivo, segundo Cagnani, é a transferência de tecnologia desenvolvida em laboratório para processos que possam ser expandidos para a indústria. As seis técnicas que o equipamento oferece são: rotogravura, flexografia (ferramentas de impressão modular), slot-die, knife, wire-bar e spray (ferramentas de revestimento modular). “Em nível internacional há equipamentos que oferecem só uma das técnicas. No Brasil, nenhum aparelho faz isso”, destaca o pesquisador. O Roll-to-roll Lab foi desenvolvido em alumínio, em formato modular, nas medidas 85 centímetros de largura por 50 centímetros de altura. O peso varia de 40 a 60 quilos, dependendo da configuração do aparelho. O preço também é variável: de R$ 60 mil (na versão básica) a R$ 200 mil (versão completa com as seis técnicas de impressão). Expectativas – “A eletrônica orgânica é uma tecnologia muito promissora. Algumas moléculas orgânicas já são usadas comercialmente em displays de alguns celulares e em televisores que usam a tecnologia OLED [organic light-emitting diode – diodo emissor de luz orgânico]”, explica o engenheiro. Ele conta que começou a se interessar por eletrônica impressa durante o trabalho de conclusão de curso da graduação em Engenharia Elétrica, pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP. Essas pesquisas envolviam dispositivos OLED, mas em escala experimental, dentro dos laboratórios. As peças eram muito pequenas e mediam cerca de 1 milímetro por 1 milímetro. Ao estudar o assunto, o engenheiro percebeu que alguns grupos que pesquisavam eletrônica impressa adaptavam equipamentos da indústria gráfica convencional, ou seja, aquelas que imprimem jornais e revistas, para produzir esses dispositivos. Mas os equipamentos convencionais são grandes, caros e usam litros de tinta. Na eletrônica impressa, as tintas são orgânicas, e também muito caras, mas usa-se miligramas do material, inviabilizando utilizá-las em um equipamento grande. Foi a partir dessa constatação que Cagnani teve a ideia de desenvolver um equipamento para eletrônica impressa de porte laboratorial que simulasse o que uma gráfica grande faz. O engenheiro criou um primeiro protótipo do equipamento no mestrado, realizado no Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, entre 2011 e 2013, sob orientação do professor Roberto Mendonça Faria, do Instituto Nacional de Eletrônica Orgânica. Depois, no doutorado, Cagnani fez uma parceria com o Tyndall National Institute, na Irlanda, e, a partir de algumas melhorias, criou um segundo protótipo. O engenheiro passou quatro meses no Tyndal, onde chegou a desenvolver alguns projetos em eletrônica impressa. De volta ao Brasil, o pesquisador se viu decidido a projetar um equipamento que pudesse ser comercializado. Foi quando Cagnani se uniu a outros dois pesquisadores, ambos ex-alunos da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), Wellisson Roberto Rogato e Rodrigo Fernandes Vernini, e, juntos, formaram uma empresa, a DevelopNow. O grupo encaminhou uma proposta para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), dentro do Pipe, projeto que apoia a execução de pesquisa científica e/ou tecnológica em micros, pequenas e médias empresas do Estado de São Paulo. Eles foram selecionados e assim puderam desenvolver o conjunto de equipamentos para eletrônica impressa. Agora, eles submeteram um novo projeto para a fase 3 do Pipe, com foco na produção, comercialização e busca de parcerias. O resultado deve sair entre junho e julho. Mais informações: e-mail leonardo@developnow.com.br, com Leonardo Dias Cagnani; site www.developnow.com.br Texto: Valéria Dias – Jornal da USP
Trabalho da área de fotônica recebe menção honrosa no SIICUSP

Trabalho da área de fotônica recebe menção honrosa no SIICUSP Guilherme de Arruda, recém-formado do curso de Engenharia Elétrica (ênfase em eletrônica) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, recebeu uma menção honrosa por sua pesquisa apresentada no 26º Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da USP (SIICUSP), realizado no final de 2018, em São Paulo. O engenheiro também foi convidado para representar a USP no Spring Undergraduate Research Festival, ocorrido dia 26 de março, na Ohio State University, nos Estados Unidos. Seu projeto, intitulado Análise da transmissividade de luz de nanoestruturas para aplicações em células solares, teve a orientação do professor Emiliano Martins, do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC. O trabalho do ex-aluno integra a área de Fotônica, campo da ciência que estuda, resumidamente, a interação da luz com a matéria. Parte da pesquisa foi desenvolvida na Universidade de York, na Inglaterra. Promovido pela Pró-Reitoria de Pesquisa da USP, o SIICUSP é um evento anual que tem como objetivo divulgar os resultados dos projetos de iniciação à pesquisa científica e tecnológica realizados por alunos de graduação da USP, bem como de outras instituições nacionais e internacionais. Desde 2014, a iniciativa é composta de duas fases. Na primeira, cada unidade, ou grupo de unidades, organiza seu próprio evento, com trabalhos de sua área específica. Os estudantes apresentam seus projetos para uma comissão avaliadora, que indica os mais bem avaliados para a segunda fase, denominada “Etapa internacional”. Nessa fase, os estudantes selecionados têm a oportunidade de apresentar seus trabalhos novamente, em evento com participação de todas as áreas do conhecimento, na Cidade Universitária, em São Paulo. Estudantes de universidades estrangeiras também participam apresentando seus projetos, selecionados por comitês de sua instituição. Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USPCom informações de www.siicusp.prp.usp.br
Personagens que marcaram a história são retratados em mostra de pinturas

Personagens que marcaram a história são retratados em mostra de pinturas O Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP recebe, até o final de fevereiro de 2019, a exposição gratuita Versos desse Universo pela caneta incandescente de Ciro Júlio Cellurale. Ao todo, são 17 imagens trabalhadas em madeira e papel Canson que, em sua maioria, retratam personagens famosos e do cotidiano com o uso da pirogravura, técnica que consiste em desenhar com uma caneta de ponta incandescente. Algumas obras também foram produzidas com lápis sépia e 6B. Entre os nomes homenageados pelo artista estão, por exemplo, o da atleta Maurren Maggi, de São Carlos, do jogador de basquete Nenê Hilário, também da capital da tecnologia e que atualmente atua na NBA, a liga norte-americana, além de indígenas, Jesus Cristo, Papa João Paulo II, entre outras importantes figuras representadas nos corredores do SEL. Autor da mostra, Ciro é funcionário da USP São Carlos desde 1988. Seu contato com atividades artísticas começou aos 13 anos e, desde então, passou a colecionar uma série de prêmios. Um deles foi concedido à pintura Pra que isso?, que em junho de 2017 conquistou a medalha de prata no 35º Salão de Artes Plásticas de Rio Claro (SP), cidade natal do desenhista. Em 2018, foi a vez de receber a medalha de bronze por um conjunto de três obras exibidas no Salão de Artes plásticas de Mococa (SP). A exposição, que está aberta para visitação de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, é realizada no âmbito do Projeto Arte no Caminho, idealizado pelo SEL, com apoio da Comissão de Cultura e Extensão Universitária (CCEx) da EESC e do Grupo Coordenador das Atividades de Cultura e Extensão Universitária do campus de São Carlos da USP (GCACEx). A iniciativa visa despertar o interesse da comunidade pela arte, transformando ambientes universitários em pequenas galerias. Confira, abaixo, todos os prêmios conquistados por Ciro em sua trajetória como artista. Premiações – 1978 – II Exposição Coletiva do Ateliêr França Machado – Rio Claro/SP Prêmio Destaque. – 1979 – III Exposição Coletiva do Ateliêr França Machado – Rio Claro/SP Menção Honrosa. – 1979 – V Salão Oficial de Belas Artes de Rio Claro Prêmio Aquisição – 1980 – V Salão Ararense de Artes Plásticas – Solar Benedita Nogueira Menção Honrosa – Araras – SP – 1980 – 1ª EXPO ARCA Coletiva (associação rio-clarense de cultura artística) Menção Honrosa – Rio Claro – SP – 2010 – Prêmio “A Consciência – 2010” – Centro Cultural Negro de São Carlos – SP – 2017 – XXXV SAPLARC – Salão de Artes Plásticas de Rio Claro – SP Medalha de Prata – 2018 – XXVI Salão de Artes Plásticas de Mococa SP Medalha de Bronze Este evento está no Entreartes, aplicativo gratuito criado pela USP que fornece informações sobre as atividades culturais oferecidas pela Universidade por meio de um QR Code e permite que os usuários acumulem pontos, trocando por brindes ou horas em Atividades Acadêmicas Complementares (AAC). Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP Mais Informações Assessoria de Comunicação do SEL Telefone: (16) 3373-8740 E-mail: comunica.sel@usp.br
Amigos constroem o próprio instrumento para compor música eletrônica

Amigos constroem o próprio instrumento para compor música eletrônica Criado em disciplina de inovação da USP, projeto virou startup e agora será acelerado nos Estados Unidos Assim como todo estudante de graduação, Cristiano Lacerda e Rodrigo Guskuma ingressaram na USP em São Carlos em busca do tão sonhado diploma universitário. Mas, o que eles não imaginavam é que durante a jornada uma nova paixão surgiria para embalar os rumos da carreira de cada um: a música eletrônica. Com pouco dinheiro para investir, mas compartilhando sonhos em comum, os dois amigos resolveram usar seus conhecimentos para construir um protótipo de controlador MIDI (Musical Instrument Digital Interface), equipamento utilizado por DJs para compor músicas por meio de comandos enviados ao computador. O projeto empreendedor levou à criação da Ginga, startup que recentemente foi selecionada para passar por um processo de aceleração nos Estados Unidos. A ideia de transformar o aparelho eletrônico em uma empresa de tecnologia amadureceu quando os jovens se matricularam na disciplina Oficina de Inovação da USP, cujo objetivo é incentivar a capacidade empreendedora dos estudantes a partir das orientações de docentes da Universidade. “Nós aprendemos a desenvolver toda a estrutura de negócio do equipamento, a pensar no público-alvo, local de venda apropriado, se o produto seria disponibilizado on-line ou off-line, entre outros tópicos”, conta Rodrigo, engenheiro eletricista formado pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Ao final da atividade, que durou um semestre, a Ginga foi eleita pelos professores como o melhor projeto da disciplina, que é promovida pelo Centro Avançado EESC para Apoio à Inovação (EESCin), com colaboração da Agência USP de Inovação. Composto por um chip e diversos componentes eletrônicos acoplados a uma estrutura de acrílico, o controlador MIDI possui 12 botões que dão o tom das notas tocadas pelos criadores. “A música eletrônica explodiu no Brasil com o surgimento de grandes artistas, como Alok, Vintage Culture, entre outros. Por isso, a tendência é que muita gente comece a trabalhar com esse tipo de gênero no País. Estamos nos antecipando a um fenômeno em potencial”, explica Cristiano, aluno do curso de Sistemas de Informação, oferecido pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC). O entrosamento musical da dupla de amigos começou no Grupo de Som do Centro Acadêmico Armando de Salles Oliveira (CAASO), onde fizeram parte, voluntariamente, da equipe que planejava a estrutura sonora de algumas festas universitárias. Quem observa a grande dedicação dos jovens pode até pensar que o interesse dos empreendedores pelo universo da música eletrônica é antigo. Mas não é. As portas do gênero musical se abriram a Rodrigo, por exemplo, apenas quando ele entrou na USP, e o ex-aluno, que sempre gostou de rock e cresceu em uma família de músicos, se encantou por um estilo que até então lhe era desconhecido: “Comecei a frequentar festas que tocavam música eletrônica e ficava curioso em saber como os DJs conseguiam juntar uma canção na outra e não deixavam o som parar”, relembra o engenheiro que hoje se apresenta em alguns eventos como DJ amador. Pisando em terras desconhecidas – Terreno ainda pouco familiar aos jovens, o mercado deve colaborar para a inserção da Ginga nas prateleiras, segundo seus idealizadores. Rodrigo afirma que, no Brasil, a produção de aparelhos de música eletrônica é escassa, o que, praticamente, obriga os interessados a importarem produtos do exterior, que são bem mais caros. Diante desse cenário, a Ginga seria uma alternativa mais viável. “Nossa ideia é vender a um preço de 20 a 30% menor que os importados”, diz o ex-aluno da EESC. Focados na missão de consolidar a empresa como uma plataforma competitiva no mercado, os jovens já vislumbram o cenário ideal para o futuro: “Queremos, um dia, tornar a Ginga popular no Brasil, fazer com que as pessoas se lembrem dela sempre que questionadas sobre qual equipamento devem comprar. O maior reconhecimento seria encontrar nosso aparelho ao lado de um violão em uma loja de instrumentos musicais”, conta Cristiano que tem como grande ídolo e inspirador o DJ britânico Burial. Além de possuir tecnologia nacional e ser mais barato, outro grande diferencial do equipamento eletrônico é o código de seu chip que, segundo os estudantes, é mais eficaz se comparado aos de alguns concorrentes. Para definir a melhor estratégia de vendas, porém, o planejamento de marketing é indispensável e, por isso, os empreendedores já estão pensando em formas de atuação para atingir seu público-alvo: “Teremos um relacionamento muito próximo com nossos clientes; vamos priorizar ações com aqueles que estão começando na área de música eletrônica”, explica o estudante. A chance de emplacar – Em oportunidade oferecida pela Agência USP de Inovação, Cristiano foi escolhido para participar de um intercâmbio sobre empreendedorismo focado em startups na Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos, onde deve permanecer até a metade de 2019. A instituição possui uma parceria com o estúdio de inovação Schoolab de Paris, responsável pelo programa Le Bridge, que visa acelerar projetos inovadores, como a Ginga, selecionada em outubro para integrar a iniciativa. De janeiro a abril do próximo ano, o aluno do ICMC participará de cursos, workshops, eletivas, visistas a incubadoras, dentre outras atividades para aprimorar os serviços da starup musical. Parece que o caminho do sucesso já começou a ser desenhado para os jovens que se conheceram na USP, mas a dedicação promete não diminuir. “A Ginga é o hobby dos meus sonhos. Muita gente falou que eu era doido por entrar nessa área, mas segui em frente. Se você está disposto a correr atrás e perder algumas noites de sono, com certeza valerá a pena. Hoje, consigo unir minhas duas paixões: a música e a engenharia elétrica,” declara Rodrigo. Atualmente, o equipamento de música eletrônica desenvolvido pelos jovens passa por melhorias. A ideia é definir um novo design, ampliar o número de botões do aparelho para 16, acrescentar um display LCD, luzes, entre outros recursos. “Esperamos que a nossa história sirva de inspiração para quem sonha empreender. É um ramo com muitas oportunidades no Brasil e no exterior, ainda