SEL – Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação

Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação

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Participe de curso sobre projetos e instalação de painéis solares

Participe de curso sobre projetos e instalação de painéis solares O Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP receberá, entre os dias 22 de julho e 16 de agosto, as inscrições para a 4ª edição do Curso Solar Fotovoltaico, iniciativa que ensina profissionais a desenvolverem projetos de painéis solares no computador e a instalar esses sistemas em diferentes ambientes. Os interessados devem se inscrever diretamente pelo site da atividade. O curso é dividido em dois módulos. O primeiro deles é o “Introdução a Sistemas Fotovoltaicos, Dimensionamento e Instalação”, que ocorrerá nos dias 23 e 24 de agosto. Os participantes irão aprender sobre o dimensionamento básico do sistema fotovoltaico; a leitura de mapas solarimétricos, que mostram a incidência de radiação em diferentes países; os procedimentos de instalação dos painéis fotovoltaicos; a ligação do sistema no quadro de força; os passos para a configuração na central de monitoramento e até mesmo as etapas para solicitar conexão à concessionária responsável pela distribuição de energia elétrica. Podem participar engenheiros, arquitetos, estudantes, técnicos, empreendedores e qualquer pessoa interessada em investir no ramo. O valor da inscrição é de R$ 500,00 à vista. Também pode ser paga em duas vezes de R$ 300,00 ou em três vezes de R$ 200,00. Voltado a profissionais específicos do ramo de engenharia elétrica, o segundo módulo é o “Dimensionamento Avançado de Sistemas Fotovoltaicos Usando PVsyst”, que ocorrerá no dia 25 de agosto. Nele, os interessados aprenderão a projetar sistemas fotovoltaicos em 3D com a utilização do software PVsyst (versão demo), que pode ser baixado neste link. No programa de computador, os participantes irão trabalhar sombreamento, projeção em telhados, lajes, estacionamentos, além de estudarem a viabilidade financeira do sistema proposto. Para participar desse módulo, o valor da inscrição é de R$ R$ 400,00 à vista, mas também pode ser paga em duas vezes de R$ 250,00 ou então em três vezes de R$ 166,70. É preciso que o aluno traga seu notebook com o software instalado, de preferência, a última versão. Cada curso conta com 100 vagas disponíveis. As aulas serão ministradas no Anfiteatro Armando Toshio Natsume do SEL pelo professor Elmer Cari, do Departamento, pelo mestrando em engenharia elétrica da EESC Francisco Lemes, bem como por monitores de graduação e pós-graduação. Os participantes poderão acompanhar na prática os conteúdos ministrados, isso porque o professor Elmer coordenou o projeto que levou à instalação do primeiro sistema fotovoltaico da USP em São Carlos, localizado na cobertura de um dos prédios do SEL e que será utilizado como demonstrativo aos alunos. O sistema projetado pelo docente faz parte de sua pesquisa relacionada à estimação de parâmetros e previsão de potência em usinas fotovoltaicas. Simultaneamente, o especialista também coordena a instalação da garagem solar fotovoltaica no estacionamento do Departamento, além do estudo “Projeto de Instalação e viabilidade econômica de sistemas fotovoltaicos nas áreas I e II da USP em São Carlos”. A pesquisa trata de localizar os melhores pontos para a instalação de sistemas fotovoltaicos, dimensioná-los utilizando o software PVsyst, obter um orçamento completo do projeto e realizar um estudo de retorno do investimento considerando, inclusive, a manutenção.   Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP Mais Informações Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) Telefones: (16) 3373-8275 ou (16) 3373-9337 Whatsapp: (16) 9 8244-6316 E-mail: cursosolar@eesc.usp.br Site do curso: www.sel.eesc.usp.br/cursosolar/

Alunos da rede pública ganham bolsas de estudo para aprender matemática na USP

Alunos da rede pública ganham bolsas de estudo para aprender matemática na USP Quem nunca teve um sonho profissional? Aquele emprego pelo qual você faria de tudo para conseguir, enfrentando cada obstáculo. É natural que esse tipo de anseio comece a florescer na adolescência, período em que nossas mentes passam a vislumbrar o que será do futuro. No Centro de Inclusão Social (CIS) da USP em São Carlos, 11 jovens alunos de escolas públicas da cidade têm um motivo a mais para confiar que seus objetivos serão alcançados. Eles recebem bolsas de pré-iniciação científica como incentivo para que tenham aulas de matemática na Universidade. Com o intuito de facilitar o entendimento da disciplina, as aulas proporcionam aos estudantes um aprendizado interativo, com o auxílio de robôs. São drones, carrinhos, braços robóticos, bolinhas programáveis e diversos itens que ajudam a transmitir conteúdo por meio de uma metodologia muito mais atraente. “Nós já utilizamos os robôs para ensinar conceitos de função, ângulos, velocidade, gráficos e até gravidade”, conta Walter Bezerra Neto, monitor da turma e aluno do curso de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Oferecidas pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Sistemas Autônomos Cooperativos (InSAC), sediado na EESC, as bolsas de estudo são um instrumento de estímulo aos jovens para que eles fortaleçam seu conhecimento e se preparem para os desafios que se aproximam. “Utilizar a tecnologia para se aprofundar em tópicos matemáticos pode ser muito importante para que eles, por exemplo, se saiam bem no vestibular. Além disso, essa experiência contribui para que os adolescentes vislumbrem as carreiras que desejam seguir”, explica Marco Henrique Terra, coordenador do InSAC e professor do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC. Após alguns meses de atividades, o feedback obtido dos alunos tem sido extremamente positivo, segundo Walter. O monitor, que decidiu participar do projeto pelo interesse na área de ensino, revela que os jovens chegam até mesmo a pedir lista de exercícios para fazer em casa: “Isso mostra que realmente querem aprender”, afirma o futuro engenheiro, que se sente privilegiado em fazer parte da iniciativa: “É muito gratificante quando um aluno interage com o robô e diz que entendeu a matéria. Sem dúvida, é uma recompensa enorme saber que eles levarão na bagagem pelo menos uma parte do conhecimento que foi passado”. Escolhidos pela Diretoria Regional de Ensino de São Carlos para integrar o projeto, os 11 alunos que participam da iniciativa têm entre 14 e 16 anos e assistem às aulas todas as quartas-feiras, no período da tarde. Confira, abaixo, os depoimentos de Abel Correia, Daniel Henrique Lourenço e Lauanny Cristina Silva, todos participantes da atividade no Centro de Inclusão Social da USP.  

EESC oferece bolsa de pós-doutorado em Engenharia Elétrica

INSCRIÇÕES ENCERRADAS  EESC oferece bolsa de pós-doutorado em Engenharia Elétrica A Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP está com inscrições abertas para o processo seletivo que irá conceder uma bolsa de pós-doutorado em seu Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica. As inscrições, que são gratuitas, podem ser realizadas até o dia 27 de junho por candidatos do Brasil e do exterior. São quatro linhas de pesquisa disponíveis: Processamento de Sinais e Instrumentação; Sistemas Dinâmicos; Sistemas Elétricos de Potência e Telecomunicações. A bolsa oferecida faz parte do Programa Nacional de Pós-doutorado (PNPD) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e tem valor mensal de R$ 4.100,00. Sua vigência terá início em julho de 2019, com duração de um ano, podendo ser prorrogada por solicitação do candidato, se aprovado relatório de atividades. Para obter todos os detalhes sobre prazos, processo de inscrição e documentos necessários, acesse o edital completo. É necessário preencher uma ficha online para concorrer. Os candidatos serão avaliados por meio dos seguintes critérios: Curriculum Vitae, com ênfase para artigos publicados nos últimos cinco anos, projeto de pesquisa e cartas de referência. Qualidade reconhecida: – O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da EESC-USP foi criado em 1975 com o Mestrado, estendendo-se ao Doutorado em 1997. Reconhecido com nota máxima (7) pela Capes nas últimas avaliações realizadas pela instituição, o Programa formou ao longo de sua trajetória aproximadamente 700 mestres e mais de 250 doutores, com centenas de trabalhos publicados em veículos de alto impacto científico. Embora oferecido para engenheiros eletricistas, eletrônicos e de computação, o Programa acomoda alunos com diferentes formações, incluindo matemáticos, físicos, bacharéis em computação e de outras áreas da engenharia. Todo o conjunto de atividades do Programa é planejado para promover a formação dos estudantes sob o ponto de vista teórico-científico e tecnológico, preparando-os tanto para a carreira acadêmica e pesquisa quanto para atuar nos setores industriais e de serviços. Mais Informações Secretaria de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da EESC Avenida Trabalhador São-carlense, 400 – Parque Arnold Schimidt CEP: 13.566-590 – São Carlos – SP Telefone: (16) 3373-9371 E-mail: posee@sc.usp.br

Tecnologia mais fina que um fio de cabelo gera hologramas com mais qualidade

Tecnologia mais fina que um fio de cabelo gera hologramas com mais qualidade Criada na USP em São Carlos, nanoestrutura feita de silício cristalino projeta imagens mais definidas, tridimensionais e sem “fantasmas” Você sabe qual o tamanho de um nanômetro? Não? Então considere o diâmetro de um fio de cabelo como referência. Acha que agora está próximo? Calma, ainda precisamos diminuir um pouco mais. Que tal então tomarmos como base uma célula humana? Sinto informar, mas ainda não é o suficiente. Está bem, chega de mistério! Um nanômetro é o equivalente a um bilionésimo de metro, ou se preferir, o mesmo que um milímetro dividido por um milhão. Realmente minúsculo, não é mesmo? Apesar de serem microscópicas, estruturas em escala nanométrica estão presentes em nossa rotina dispostas a nos oferecer uma série de aplicações. A próxima delas, inclusive, pode ser a tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP capaz de gerar hologramas com mais qualidade. Produzidas à base de silício em sua forma cristalina, novas nanoestruturas transmitem com maior intensidade o laser que incide em sua superfície, resultando em imagens mais definidas, tridimensionais e sem os chamados “fantasmas”. Inédita no mundo, a aplicação foi criada pelo Grupo de Metamateriais, Microondas e Óptica (GMETA) do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC. Na pesquisa, os cientistas projetaram alguns conjuntos de nanoestruturas, chamados de metassuperfícies, a fim de controlar as propriedades da luz. “Uma tendência marcante no mercado tecnológico é a miniaturização dos dispositivos para torná-los cada vez mais compactos, mas sem comprometer seu desempenho. Basta ver a evolução dos celulares, notebooks e televisores ao longo dos anos, que estão ficando cada vez mais finos e eficientes em suas funções”, explica Augusto Martins, doutorando da EESC e um dos autores do trabalho. Segundo ele, a versatilidade e a fácil integração a outras tecnologias são algumas das principais vantagens de miniaturizar dispositivos. Pelo fato de absorver menos luz em comparação a outros materiais utilizados em holografia, como o silício policristalino e o silício amorfo, o silício cristalino, escolhido pelos pesquisadores para a produção das metassuperfícies, possibilita a transmissão da luz do laser de forma mais intensa. “Tais estruturas devem ser energeticamente eficientes, ou seja, a maior parte da luz que incide sobre elas deve ser convertida de forma útil nas aplicações para as quais foram desenvolvidas”, reitera Augusto, que testou sua tecnologia projetando peças de xadrez holográficas. Dois em um – Uma das metassuperfícies produzidas pelos pesquisadores trouxe outro diferencial ao trabalho: a possibilidade de observar hologramas em três dimensões. Para que isso fosse possível, foram projetadas nanoestruturas capazes de codificar dois hologramas simultaneamente, nas quais Augusto aplicou a técnica de estereoscopia, responsável por proporcionar a sensação de profundidade em vídeos e imagens, obtida a partir do uso de óculos especiais. “Essa projeção, chamada de estereograma, pode ser vista a partir da sobreposição de duas fotos de uma mesma cena, gravadas com câmeras adjacentes”, afirma o doutorando, que projetou figuras de pequenos aviões para validar o método. Segundo o professor Ben-Hur Viana Borges, docente do SEL e um dos orientadores da pesquisa, as metassuperfícies são objeto recente de estudo dos pesquisadores de todo o mundo e prometem revolucionar o cenário tecnológico tanto em aplicações ópticas quanto de micro-ondas. Ele explica que a tecnologia pode ser utilizada em diversas áreas, como entretenimento, produção de lentes e até mesmo em segurança de informação. “Do ponto de vista tecnológico, nosso trabalho resultou em avanços significativos que tornam a integração dessa tecnologia no mercado cada vez mais próxima”, completa o professor. Intitulado Broadband c-Si metasurfaces with polarization control at visible wavelengths: applications to 3D stereoscopic holography, o trabalho foi destaque em publicação da Optical Society of America (OSA), importante entidade científica norte-americana que divulga pesquisas da área de óptica e fotônica. Além de Ben-Hur, o estudo foi orientado pelo professor Emiliano R. Martins do SEL e ainda contou com a colaboração dos pesquisadores Juntao Li, Achiles da Mota, Vinicius Pepino, Yin Wang, Luiz G. Neto e Fernando Teixeira. A pesquisa foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Texto: Henrique Fontes – Assessoria de Comunicação do SEL/USP   Mais Informações Assessoria de Comunicação do SEL/USP Telefone: (16) 3373-8740 E-mail: comunica.sel@usp.br

Pesquisador desenvolve técnicas mais eficientes de reconhecimento facial

Pesquisador desenvolve técnicas mais eficientes de reconhecimento facial Além de serem mais baratas, tecnologias criadas na EESC identificam pessoas com disfarces, expressões diferentes e em ambientes diversos Novas técnicas de reconhecimento facial desenvolvidas na USP prometem trazer grandes avanços no processo de identificação de pessoas. Além de proporcionarem imagens mais definidas a um custo menor, as tecnologias criadas por Alex Affonso, doutor pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), são capazes de identificar possíveis suspeitos mesmo que eles estejam mais velhos, em poses e locais variados, utilizando disfarces, acessórios, como óculos de sol, e até mesmo em movimento. Segundo o pesquisador, os métodos podem ser aplicados em diversos ambientes, que vão desde academias e shoppings que desejam fazer o simples monitoramento de uma catraca, até aeroportos, onde a Polícia Federal realiza o controle de imigração para evitar eventuais planos terroristas. Para o especialista, o principal desafio de seu trabalho foi justamente considerar todas essas variáveis, já que em outros estudos nacionais as imagens utilizadas para análise foram registradas em estúdios, ou seja, locais em que as condições de iluminação, ângulo, posição da câmera e expressão facial são mantidas estáticas. “Esses parâmetros não representam o mundo real”, afirma. Com o intuito de identificar pessoas em diferentes cenários e situações, o ex-aluno da USP desenvolveu em seu doutorado uma série de algoritmos – comandos passados a um computador a fim de determinar uma tarefa. O primeiro deles tem a função de “limpar” as imperfeições da imagem capturada e realçar alguns traços da face do indivíduo. Depois, entra em cena um segundo algoritmo, responsável por localizar o centro dos olhos e a ponta do nariz, características essenciais para o reconhecimento. A partir dessa identificação, outra técnica computacional extrai uma espécie de “assinatura” da pessoa, a qual permite que ela seja reconhecida. Para testar seus algoritmos, o pesquisador analisou um grande banco de imagens da Universidade de Massachusetts, dos EUA, que conta com fotografias de milhares de indivíduos, entre eles, artistas internacionalmente conhecidos. No repositório, eles aparecem em atividades do dia a dia, com diversas expressões faciais, variedade de acessórios e em inúmeros ângulos. Apesar da difícil tarefa de identificá-los, os índices de acerto chegaram a 96,8%. “No mercado brasileiro, não existem produtos que reconheçam pessoas em diferentes situações e sem a necessidade de supercomputadores. Grande parte da tecnologia que utilizamos no País para essa aplicação é importada”, explica Evandro Luis Linhari Rodrigues, professor aposentado do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC e orientador de Alex durante o doutorado. Por se tratar de uma solução nacional, as técnicas desenvolvidas pelo autor do trabalho são mais baratas que as do exterior. No entanto, os valores mais elevados fora do Brasil não são as únicas preocupações dos cientistas: “Nós fornecemos para outras nações dados de nossa população, que são informações muito sensíveis. Não temos nenhum controle sobre o que pode ser feito com esses dados”, alerta Alex, que espera atrair empresas brasileiras para produzir suas tecnologias. Intitulada “Reconhecimento facial em ambientes não controlados por meio do High-boost Weber Descriptor na região periocular”, a pesquisa foi defendida no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da EESC e gerou um importante artigo que foi publicado na Pattern Recognition Letters, revista holandesa com qualificação A1, a mais elevada no meio científico.   Texto: Henrique Fontes – Assessoria de Comunicação do SEL/USP   Mais Informações Assessoria de Comunicação do SEL/USP Telefone: (16) 3373-8740 E-mail: comunica.sel@usp.br

Pesquisa quer aumentar eficiência de caminhões autônomos

Pesquisa quer aumentar eficiência de caminhões autônomos Suponha que você trabalha como caminhoneiro e está subindo a serra para realizar uma entrega de rotina. De repente, ao reduzir a velocidade, sente o veículo pular, comum quando trocamos a marcha no momento errado. Além de ser um instante de desconforto para o motorista, esse simples deslize pode gerar um maior consumo de combustível. Se você tiver um caminhão comum, prestar mais atenção ao dirigir pode ser o bastante para evitar esse tipo de incidente, mas e se o mesmo veículo possuísse câmbio automático e fosse autônomo? Será que ele conseguiria atuar de forma precisa? Se depender de uma pesquisa em andamento da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, esse cenário de incerteza não será mais problema. Autor do trabalho e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da EESC, Lucas Barbosa explica que os freios e aceleradores de um caminhão sem motorista não “compreendem” a função dos câmbios automáticos, fator que dificulta o controle do veículo. Por isso que, por meio de técnicas matemáticas, o estudante está desenvolvendo um algoritmo para que os pedais do caminhão considerem a probabilidade de as marchas serem trocadas conforme sua velocidade aumenta ou diminui. “Minha técnica ‘ensina’ aos freios e aceleradores como se comporta um câmbio automático. Com isso, além de o motorista ter uma viagem muito mais tranquila, o caminhão ainda economiza combustível, pois seu motor não será forçado de forma desnecessária”, diz o pesquisador. Até o momento, Lucas testou seu algoritmo em um caminhão autônomo real na área 2 do Campus da USP em São Carlos, percorrendo um pequeno trajeto. A expectativa é de que o estudo seja finalizado em até dois anos. A pesquisa recebe a orientação do professor Marco Henrique Terra, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Sistemas Autônomos Cooperativos (InSAC), sediado no Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC, onde ele é docente.   Texto: Assessoria de Comunicação do InSAC   Mais Informações Assessoria de Comunicação do InSAC Telefone: (16) 3373-8740 E-mail: comunica.insac@usp.br    

Segurança em computadores embarcados é tema de palestra no SEL 

Segurança em computadores embarcados é tema de palestra no SEL Imagem: Telecom ParisTech O Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP sedia, na próxima quarta-feira (15), a palestra “Segurança e Confiabilidade de Sistemas Embarcados”. Quem comandará o debate é a professora Lírida Naviner, da Telecom ParisTech, renomada instituição francesa de ensino superior. A iniciativa, que é aberta a todos os interessados, tem entrada gratuita. Durante o bate-babo, os participantes conhecerão algumas pesquisas desenvolvidas sobre arquiteturas de sistemas embarcados e circuitos eletrônicos digitais. O principal objetivo dos estudos é atender demandas das áreas de IoT, 5G, veículos autônomos, edifícios inteligentes, entre outros. O evento ocorrerá às 10 horas, no Anfiteatro Armando Toshio Natsume do SEL. Este evento está no Entreartes, aplicativo gratuito criado pela USP que fornece informações sobre as atividades culturais oferecidas pela Universidade por meio de um QR Code e permite que os usuários acumulem pontos, trocando por brindes ou horas em Atividades Acadêmicas Complementares (AAC).   Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP Mais informações Assessoria de Comunicação do SEL/USP Telefone: (16) 3373-8740 E-mail: comunica.sel@usp.br

Grupo de robôs poderá cumprir tarefas mesmo se comunicação entre eles falhar

Grupo de robôs poderá cumprir tarefas mesmo se comunicação entre eles falhar Um incêndio de grandes proporções toma conta de uma floresta próxima a uma área urbana. Por se tratar de uma local de difícil acesso, as autoridades de resgate acionam um grupo de drones autônomos para procurar possíveis vítimas no local, mas uma situação inesperada acontece: problemas na rede de comunicação impedem que os robôs aéreos conversem entre si, fazendo com que eles não cumpram o que foi programado. Apesar de o apreensivo cenário retratado ser hipotético, ele não é impossível de ocorrer, segundo os estudiosos da área de robótica coletiva. Por isso, uma pesquisa em andamento na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP pretende contribuir para que missões como essa sejam realizadas com sucesso pelas máquinas. O estudo é de João Roberto Benevides, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da EESC. De acordo com o pesquisador, quando há troca de informações entre um grupo de robôs, sejam eles aéreos ou terrestres, a rede de comunicação que os alimenta é passível de falhas, podendo gerar problemas como atrasos na transmissão de dados ou até mesmo quebra de sinal. “Muitas vezes não consideramos a comunicação como um elemento que possa nos trazer prejuízo, mas sabemos que falhas irão acontecer. No entanto, para criarmos alternativas que auxiliem os robôs a lidarem com essas situações, precisamos entender como eles se comportariam em um cenário de adversidade”, explica o estudante, que recebe orientação do professor Marco Henrique Terra, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Sistemas Autônomos Cooperativos (InSAC), sediado no Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC. No trabalho, a ideia é desenvolver técnicas de controle capazes de preparar seis quadricópteros autônomos – um tipo de veículo aéreo não tripulado – para completar tarefas mesmo em caso de problemas nos serviços de comunicação. Durante as próximas fases da pesquisa, João Roberto fará novos testes em laboratório e em áreas externas a fim de validar os métodos propostos. A expectativa é de que os resultados sirvam de alicerce para que drones realizem missões nos mais diversos campos, como agricultura de precisão, entregas remotas, segurança, entre outros. Além do InSAC, o trabalho recebe o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Confira no vídeo abaixo uma demonstração dos testes que estão sendo realizados na USP. Texto – Assessoria de Comunicação do InSAC   Mais Informações Assessoria de Comunicação do InSAC Telefone: (16) 3373-8740 E-mail: comunica.insac@usp.br

Exposição retrata cotidiano de trabalhadores rurais do interior de SP

Exposição retrata cotidiano de trabalhadores rurais do interior de SP A exposição fotográfica “Rurais”, de Antonio Mozeto, estará em exibição até o dia 10 de junho no Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP. O objetivo da mostra é representar o cotidiano de trabalhadores rurais de cidades do interior do Estado de São Paulo. São cerca de 30 imagens que podem ser apreciadas gratuitamente, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas. “Esse projeto é um tributo aos inúmeros e incansáveis ​​trabalhadores rurais que se dedicam arduamente ao trabalho diário de produzir os alimentos que chegam às nossas mesas”, explica Antonio. Segundo o autor da exposição, suas fotografias representam a forma alegre e poética como esses profissionais do campo desempenham suas funções, consideradas cruéis e sofridas por parcela da sociedade. Aberta ao público, a exposição promoverá uma roda de conversa com o fotógrafo durante sua abertura oficial, agendada para a próxima quinta-feira (9), a partir das 19h30, no Museu da Engenharia Elétrica, local onde as imagens serão exibidas. O SEL está localizado na Área 1 do campus da USP em São Carlos, que fica na Avenida Trabalhador São-carlense, 400. A mostra é realizada no âmbito do Projeto Arte no Caminho, idealizado pelo SEL, com apoio do Centro Cultural da Prefeitura do Campus USP de São Carlos (PUSP-SC), da Comissão de Cultura e Extensão Universitária (CCEx) da EESC e do Grupo Coordenador das Atividades de Cultura e Extensão Universitária do campus São Carlos da USP (GCACEx). Este evento está no Entreartes, aplicativo gratuito criado pela USP que fornece informações sobre as atividades culturais oferecidas pela Universidade por meio de um QR Code e permite que os usuários acumulem pontos, trocando por brindes ou horas em Atividades Acadêmicas Complementares (AAC).     Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP Com informações de Centro Cultural da USP   Mais Informações Centro Cultural da USP Telefone: (16) 3373-8027 E-mail: cultura@usp.br

Palestra aborda os desafios do uso de drones no interior de florestas

Palestra aborda os desafios do uso de drones no interior de florestas Apesar de já estarem presentes em diversos segmentos da sociedade, os drones autônomos ainda possuem algumas aplicações inexploradas, como sua contribuição no combate a incêndios ou então em buscas por sobreviventes de desastres aéreos no interior de florestas, que são locais de difícil acesso. O elevado número de árvores e a frequente instabilidade do sinal de GPS nesse tipo de ambiente são fatores que dificultam a atuação dos veículos aéreos não tripulados, obrigando os cientistas a prepará-los para “driblar” esses obstáculos. Para debater sobre os desafios dessa tarefa e possíveis soluções para o problema, o pesquisador Guilherme Pereira, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Sistemas Autônomos Cooperativos (InSAC), ministrará, no dia 9 de maio, uma palestra no Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP. Aberto a todos os interessados, o bate-papo é gratuito e ocorrerá no Anfiteatro Armando Toshio Natsume do SEL, a partir das 13h50. Sobre o palestrante: Guilherme Pereira é doutor em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde atualmente é professor associado do Departamento de Engenharia Elétrica da Instituição. Ele também trabalha como professor associado no Departamento de Engenharia Mecânica e Aeroespacial da West Virginia University (WVU), nos EUA. Ainda na UFMG, o docente foi um dos fundadores do Grupo de Pesquisa e Desenvolvimento de Veículos Autônomos (PDVA) e coordenou o Laboratório de Sistemas de Computação e Robótica. Suas pesquisas são focadas no planejamento de movimento e localização de robôs móveis individuais ou em grupo. Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP   Mais informações Assessoria de Comunicação do SEL/USP Telefone: (16) 3373-8740 E-mail: comunica.sel@usp.br

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